Doenças Neurodegenerativas: Alzheimer e Parkinson nos Idosos Brasileiros

 

As doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, atingem 10% dos idosos acima de 65 anos (FMUSP), afetando milhões com 32,1 milhões de 60+ (Censo 2022 IBGE). Elas destroem neurônios irreversivelmente, contribuindo para as DCNT (74% das mortes, gov.br), e demandam cuidados longos em meio ao envelhecimento acelerado turpis nunc.

Por Que São Comuns na Velhice?
Alzheimer: Placas beta-amiloides e emaranhados de tau danificam hipocampo (memória) e córtex (raciocínio). Parkinson: Perda de dopamina causa tremores e rigidez. Fatores:
Envelhecimento + genética/inflamação (Jornal da USP).
Sedentarismo mental e oxidativo.
Comorbidades como diabetes (20-25%).

Alzheimer inicia com lapsos memória; Parkinson com tremor unilateral.

Idosas (55,7%) têm risco dobrado no Alzheimer.

Sinais e Evolução
Início sutil: esquecimentos (Alzheimer), lentidão motora (Parkinson). Evolui em 5-10 anos para dependência total.

Prevenção Diária

Cérebro ativo: jogos, leitura (reduz risco 30-50%).
Exercício 150 min/semana + dieta rica em ômega-3.
Sono 7-8h; evite isolamento.
SUS: testes cognitivos/motores gratuitos.

Rede Neurológica SUS apoia diagnóstico precoce.
Causa: Degeneração (amiloides/tau, dopamina baixa).
Prevenção: Estimulação cerebral/física + dieta cortam risco >30%.

 

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